O Trabalho da UTAD de Acompanhamento e Monitorização dos incêndios Florestais foi ontem dado a conhecer à Comissão Eventual Defesa da Floresta.
Os deputados da Comissão Eventual de Acompanhamento e Avaliação de Defesa da Floresta contra Incêndios estiveram ontem no distrito de Vila Real onde em Fafião no concelho de Montalegre, observaram in loco o trabalho de reflorestação elaborado pelo concelho directivo de baldios.
Em Vila Real a comissão ficou a conhecer a investigação que a UTAD está a desenvolver no acompanhamento e monitorização dos incêndios florestais.
Em plena Fase Charlei a UTAD prova que é os incêndios florestais podem ser extintos com uma técnica que em muitos casos resulta mais do que a água e o ataque aéreo, o contra fogo ou o fogo controlado. Um trabalho de investigação que foi enaltecido por Abel Baptista, presidente da Comissão.
Para Abel Baptista estes contactos com os agentes no terreno, pretende fazer com que a problemática da prevenção e combate aos incêndios florestais esteja na ordem do dia da Assembleia da República.
Hermínio Botelho responsável pelo grupo de Acompanhamento e Monitorização de Incêndios Florestais, explicou que os baixos custos económicos são uma das muitas vantagens da técnica que está a ser “aprofundada” na UTAD.
A reorganização do sistema de prevenção e combate a incêndios está, na opinião do professor da UTAD a começar a dar frutos, verificando-se assim uma primeira intervenção mais rápida e eficaz, no entanto reconhece que o número de ignições também diminuiu devido às condições atmosféricas.
Hermínio Botelho, espera que a visita da Comissão Eventual de Acompanhamento e Avaliação de defesa da Floresta contra Incêndios possa ser prenuncio de “mais apoio à investigação”, e que num futuro próximo Portugal possa estar ao nível de outros países europeus no que diz respeito a projectos de apoio mais longos e na aposta nos jovens investigadores bolseiros.